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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Campanha: AJUDEM O Sr. ROGÉRIO


ROGÉRIO, PROTETOR DE ANIMAIS
Rogério é um morador de rua que vive numa carroça coberta com 10 cães, entre eles, alguns encontrados em condições extremas - espancados pelos antigos donos, jogados pela janela de um caminhão, doentes, abandonados e esfomeados, largados ao léu, amarrados em postes, etc. Vive de doações de ração, remédio e comida. Os cães são muito bem tratados, mas dependem do amor e do carinho que o Rogério tem por eles, e da caridade daqueles que o conhecem e admiram. ele fica próximo a pontos de ônibus na avenida George Corbusier, após a rua Jequitibás (região do Jabaquara, em São Paulo). Os cães não atrapalham ninguém, são super educados e simpáticos (todos castrados) e passam boa parte do dia dentro da carroça.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

A lógica eufemística dos cachorros


É só no português brasileiro que a palavra cachorro é um sinônimo perfeito de cão. Vindo provavelmente do latim catulus (filhote de cão), com o acréscimo da terminação basca orro, cachorro existe em nossa língua desde o século 14 e conserva em Portugal – como em espanhol – o significado primário herdado do termo romano. Como catulus, pode abarcar ainda animais de algumas outras espécies, como lobo, leão e urso, mas apenas quando eles são de “tenra idade”, como diz o dicionário da Academia das Ciências de Lisboa.

O fato de, no Brasil, termos dado à palavra a acepção principal de indivíduo adulto da espécie canina parece ter obedecido a razões de religiosidade ou superstição. Cachorro teria se imposto como uma espécie de desvio eufemístico de cão, um dos nomes populares do diabo.

A palavra tem outras acepções em português, todas figuradas. A de “indivíduo de classe inferior, escravo” desapareceu junto com a escravidão e não deixou saudade, mas permanece viva a de “pessoa vil, mau-caráter”. Recentemente, a cultura funk carioca inventou um sentido novo para “cachorra”.

É curioso observar que a disposição de atribuir à palavra novos significados – quase sempre pejorativos – é uma marca do português, e em especial do português brasileiro. Não se vê sinal dela no dicionário da Real Academia Española.

sábado, 29 de outubro de 2011

PETdagogia

Conheça o belo e inovador trabalho desenvolvido por CAROL HADDAD
1. Qual é a sua formação e como você chegou ao projeto da Petdagogia? Tem alguma coisa curiosa sobre a escolha? Você trabalha sozinha ou possui uma equipe com mais gente para dar retaguarda?
Sou formada em Pedagogia e já no meu primeiro ano de faculdade, tive que fazer a monografia. Com isso tentei unir a pedagogia com uma grande paixão,  animais. A única coisa que encontrei nesta área foi a equoterapia, uma atividade que utiliza o cavalo como instrumento terapêutico, com a participação de pedagoga. E a Petdagogia surgiu, quando tive que fazer meu TCC (trabalho de conclusão de curso), como na ocasião não tinha cavalo, adaptei o que eu tinha: o cão.
2. Quais são os animais utilizados no seu projeto? Quais são as características fundamentais que os animais devem ter para participar do Petdagogia?
Na Petdagogia, utilizo cães, aves, coelhos, porquinhos da índia, hamsters, tartarugas, peixes e todo animal que me possibilitam trabalhar. Todos os animais que utilizo em meu trabalho são testados a exaustão por um longo período. Animais que apresentem qualquer dúvida ligada ao caráter são descartados desta atividade.

3. Qual o objetivo principal do Projeto da Petdagogia?
A interação da criança com os animais, no contexto escola, representa um fator de motivação significativo para a aprendizagem, uma vez que, a partir do momento em que a criança passa a conhecer melhor sobre ele, seus hábitos, alimentação e comportamentos, fatores que estimulam a vontade de aprender, catalisam situações educativas. O animal torna-se o elo entre a vivência pessoal e a aprendizagem, fortalecendo sua autoconfiança e ao mesmo tempo ampliando sua capacidade de socialização. Á medida que isso acontece, a criança tem sua capacidade de comunicação favorecida, uma vez que pode se expressar relatando suas vivências pessoais em conjunto com as experiências vividas com os animais.
4. Há algum curso específico para formação de profissionais para atuar neste segmento?
Bom, a pedagogia é a base mais importante, pois com ela aprendemos as principais técnicas do ensino. Para utilizar animais é importante ter vivido um bom tempo em contato com eles. No meu caso, tenho canil a mais de 15 anos, amo os animais e sempre me interessei pelo aspecto comportamental deles. Ter uma experiência de convívio com várias raças e várias espécies animais é fundamental para que você possa ser este elo entre eles e as crianças
5. Quais seriam os requisitos fundamentais para alguém trabalhar com crianças e animais?
Amor ao que faz, vivência pedagógica, convivência com os animais e uma dose de criatividade.

6. Nestes primeiros meses de projeto, quais foram as “ilusões perdidas” e quais foram as “gratas surpresas”?
Imagine você trabalhar com crianças e animais, só pode trazer muita alegria e surpresas agradáveis. É emocionante ver uma criança que sempre teve medo de animais, agora esperando ansiosamente pelas aulas, ou mesmo um aluno dizendo que quando crescer será o “tio da Petdagogia”. Não tem como não se emocionar.

7. Como tem sido a aceitação das escolas e dos pais? E as crianças?
A aceitação é total, a escola me dá todo o apoio e suporte que preciso, os pais adoram a proposta, pois podem ver no dia a dia a evolução  das crianças que aprendem mais facilmente, de forma alegre e diferenciada com os animais.

8. Que tipo de atividade vocês desenvolvem nas escolas?
As atividades são diversas, mas no início o mais importante é respeitar os limites e proporcionar uma interação de forma leve, cuidadosa e gradativa. Geralmente as crianças curtem muito o contato com os animais e o que faço é deixar ainda mais agradável este contato trazendo até a criança momentos intensos de alegria e aprendizado. As atividades variam em função de muitos aspectos tais como idade das crianças, espaço disponível, etc.
9. Você também tem vários animais em casa e 2 filhas pequenas que sempre conviveram com animais. Em que esse fato facilitou ou não o início deste projeto?
Tudo foi facilitado, como disse a convivência é muito importante, pois trabalho com animais que são "testados" pelas minhas filhas 24 horas por dia e olha que elas são muito competentes nesta tarefa e como se não bastasse, sou esposa de um fotografo de animais com o qual aprendi muito sobre psicologia e comportamento animal.


10. Basta gostar de cães para participar deste projeto?
Como disse anteriormente, tinha aluno que morria de medo de qualquer animal, inclusive cão, e agora espera pelas aulas, pois o próprio animal, fez com que essa criança aprendesse a amá-lo e respeitá-lo.

11. É possível adaptar a Petdagogia para atuar em qualquer escola ou situação? Quais seriam as contraindicações?
Sim, a Petdagogia é adaptável, a qualquer escola, pois trabalho com animais de vários tamanhos e em várias atividades.

12. O que mais você gostaria de dizer sobre a Petdagogia?
A Petdagogia é um projeto feito com muito estudo, e busca levar as crianças a aprenderem de uma forma mais prazerosa.  O amor pela Petdagogia ensina a acolher, trabalhar, lutar e defender, pois é através das conquistas de cada aluno que aprendemos a vencer limites, a sonhar e nunca desistir.
Sei que um dia muitas escolas estarão se utilizando desta técnica, pois o sucesso que estamos experimentando nesta área vai aos poucos conquistando seu espaço.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Cadela sobrevive após ser enterrada viva em Blumenau


Uma cadela sobreviveu após ser enterrada viva na noite de segunda-feira (25) no município de Blumenau (139 km de Florianópolis), em Santa Catarina. A suspeita do crime, uma mulher de 68 anos, foi conduzida pela Polícia Militar a uma delegacia... SAIBA MAIS